sábado, 29 de fevereiro de 2020

A ida para o front norte da guerra - Capítulo 9

No grande encontro das guerrilhas fui convidado por um Comandante das Farabundo Marti, de El Salvador para lutar ao lado deles lá. Entretanto, eu já tinha recebido também um convite de um Batalhão Internacionalista que apoiava os sandinistas para integrar um pelotão que ia para a fronteira com Honduras onde a situação com os 'contra' e mercenários ainda era grave. Fomos em dois jipes, comandados por um cubano que tinha vindo da geurra de Angola, mais dois bascos do ETA e o restante de combatentes sandinistas da Nicarágua. Das áreas próximas à fronteira podíamos observar com binóculos nos momentos de mais calma os mercenários franceses e norteamericanos circulando nas linhas e acampamentos dos 'contra' que apoiavam Somoza e eram financiados pela CIA através do tráfico de cocaína com os cartéis colombianos que tinham nas áreas dos 'contra' áreas de pouso e descarregamento de suas grandes cargas de cocaína. Os tempos de calma eram poucos, pois sempre estávamos envolvidos em escaramuças ou mesmo duros combates com os 'contra'.
No próximo capítulo vou contr de um ataque dos 'contra' contra a aldeia onde estávamos baseados.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

O Encontro das guerrilhas em Manágua - Capítulo 8

A Frente Sandinista resolveu promover um grande encontro dos grupos guerrilheiros em Manágua. Lá estavam cubanos vindos da guerra de Angola, Comandantes da Frente Farabundo Marti, de El Salvador, membros do ETA, das Brigadas Vermelhas e outros grupos menores, incluindo um setor do MR-8 brasileiro. Lá pude coniver e conhecer de perto  Comandante Sandinista Dora Cortez, uma simpatia, conviver de perto com Daniel Ortega, ainda um revolucionário e acampar na região dormindo nas barracas do pessoal do ETA.
Ali fui convidado para lutar em El Salvador, mas me seduziu mais um convite para ir com um Batalhão Internacionalista para lutar na fronteira com Honduras.
Muito rum, muitas bascas lindas e muita gente disposta a ir para as frentes de combate que ainda existiam principalmente na fronteira do norte da Nicarágua. Curiosamente no acampamento se ouvia desde Chico Buarque a Michael Jackson.
No próximo pequeno capítulo vamos falar de nossa ida com um pelotão internacionalista para a fronteira com Honduras.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

As surpresas da serra nicaraguense Capítulo 7

Ao chegarmos ao topo da serra surpeendentemente nos deparamos com tribos indígenas que nao são não falavam espanhol e sim dialetos, como também ainda mais supreendente sequer conheciam o açúcar e o sal.
As criançs e os idosos eram tratados por médicos da Brigada e recebiam também noções de espanhol básico para se comunicarem com as populações da base da serra


Indígenas nicaraguenses , uma faceta desconhecida da maioria das pesssoas. Estão lá há mais de cem anos......

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

As Brigadas de Educação Capítulo 6

Hoje foi dia de ir com um companheiro, o Professor Noel Parrales, um professor que conheci no dia do Professor e se tornou me amigo quase inseparável. Foi dia de partir para as montanhas com as Brigadas de Educação paa alfabetizar os indígenas das montanhas

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Revolução, integração e caipirinha Capítulo 5

Só uma coisa unificava os membros do ETA, os da Brigatte Rossi e os comunistas franceses. A caipirinha que ensinei a fazer e um sambinha batido em caixa de fósforos.
Rodas de samba tinham tanta importância quanto uma boa patrulha revolucionaria.
Cartola e Carlos Mejia faziam sucessso na caixinha e fósoforo.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

As patrulhas revolucionárias Capítulo 4

Todas as 6ªs feiras nos reuníamos nos Centro do Defesa Sandinista, uma espécie de asociação de bairro, e dali após a discução politíca, recebíamos os AK  e as cal. 12 e saíamos para patrulhar o bairro e adjacências durante o final de semana em um jipe. Como nosso bairro era o mesmo onde vivia Ortega também éramos parados poe patrulhas do Exército Sandinista a toda hora.
O Comandante de nossa patrulha era sempre um membro antigo do Exército Sandinista .
Além, de bêbados, cães vira lata , pouco encontrávamos nas ruas hiper patrulhadas

domingo, 19 de janeiro de 2020

No Albergue da Juventude Sandinista Capitulo III

Ali nos reuniram a bascos do ETA, membros das BRIGATI ROSSI,COMUNISTAS FRANCESES E CATALÃES, E GRUPOS CRISTÃO CANADENSES E NORTERAMERICANOS. BELICHES NAO TINHAM MARCAÇÃO E QUEM CHEGASSE MAIS CEDO OS OCUPAVA. UMA BABEL MISCELÂNICA.....
E O INTERESSANTE É QUE APESAR DAS INTENSAS DIFERENÇAS POLITICAS A CONVIVENCIA SOCIAL ERA EXCELENTE.
 E POR ARRANJAR , UM PACOTE DE CIGARROS, ARRANJA-SE UMA VAGA EM UM BELICHE......